O que celebramos, hoje?

Quando, no dia 21 de março de 1976, o Pr. Cavaco do Norte ministrou o primeiro culto batista na Figueira da Foz e pregou sobre o tema “Jesus fará!”, estaria certamente apreensivo mas entusiasmado, confiante mas submisso, agradecido mas ambicioso.

De facto, os anos que se seguiram trouxeram-nos duras batalhas mas inimagináveis vitórias, provações e sofrimento mas constante consolo, ausências e fugas mas doces e alegres chegadas.

É assim a nossa igreja: uma comunidade na qual cada um procura viver de acordo com a bênção de pertencer à família de Deus (Ef 2:19), a qual nos proporciona apoio e motivação para caminhar com Cristo (Gl 6:1,2) e para desenvolver os dons ministeriais (1Co 12:4-27), crescendo (Ef 5:21).

Esta vida, de discípulo de Cristo como centro (2Co 5:17), implica obedecer-Lhe (Rm 12:1), praticando a Palavra (Jo 1:8), valorizando a oração (Jo 15:7) em comunhão (Mt 18:20) e testemunho (Mt 4:19).

Queremos viver separados do mundo (1Jo 2:15,16), firmados em Deus (1Co 15:58) – servindo o próximo (Mc 10:45), dando generosamente (2Co 9:6,7), e desenvolvendo a visão missionária (At 1:8; Mt 28:19,20).

Vamos construindo um “Território de Amor”, numa prática de Amor (Fl 1:9), de Trabalho (Fl 1:5), e de Ousadia/Criatividade (Fl 1:27,28).

Os nossos Valores estão fundamentados na Bíblia Sagrada, a nossa única e toda suficiente regra de fé e prática, registo da revelação pessoal de Deus: cremos num Deus triuno vivo e verdadeiro, Ser pessoal, infinito, inteligente e espiritual, Criador, Redentor, Sustentador e Legislador do universo, e, portanto, digno do mais puro amor, reverência, adoração e obediência.

Hoje, celebramos, com gratidão e adoração a Deus, reconhecendo as Suas bênçãos e feitos – com alegria, em comunhão e louvor (Sl 150:4).
Sabemos que a maior celebração é a de Jesus Cristo e a Sua ressurreição, que se reflete na Ceia do Senhor (Lc 22:19,20), e que há festa e alegria no céu sempre que um pecador se arrepende (Lc 15:7), e também acreditamos numa grande celebração final, aquando do banquete das bodas do Cordeiro, quando Cristo se reunir com o Seu povo (Ap 19:6-9).

Mas hoje queremos entregar a Deus, em festa e num ato espiritual de louvor, de gratidão e de reconhecimento da bondade de Deus, um culto que não seja apenas um evento ou um conjunto de rituais, mas uma expressão de amor, de reverência e de entrega a Deus – um culto sincero, baseado na Palavra, centrado em Cristo e transformador de vidas: ou seja, um estilo de vida (Rm 12:1,2).

Graça e Paz!
Pr. Teo Cavaco

A fé cantada

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Cantar é um ato de educar o coração da igreja, de fortalecer a fé e corrigir o desvio à Palavra. O Eu não entra na equação.

Uma questão de visão

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Uma boa parte das pessoas com quem convivemos diariamente não aceitou Jesus como seu Salvador e Senhor, e, portanto, não tem (ainda) a gloriosa capacidade de ver além do visível…

Para onde olhar?

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Em Deus está concentrado todo o poder, glória e majestade! Ele deve ser para cada um de nós, o princípio e o fim de toda a nossa atenção, louvor e adoração.