Sermão vivente

Somos “sermão” vivente?

Tem sido um grato privilégio aceitar o convite para estudar as cartas do apóstolo Paulo direcionadas às necessidades das igrejas daquela época, mas que se refletem também nas igrejas de hoje. “Passar” tempo mergulhados em cada palavra, tem-nos desafiado e despertado para a necessidade de estarmos comprometidos com a Palavra.

Juntos compreendemos como a graça “transbordou” Paulo, não só ao nível do conteúdo interior, mas também pelo impacto e repercussões do seu ministério.

Paulo, antes conhecido como Saulo de Tarso, era um perseguidor da Igreja (Atos 8:1-3; 9:1-2). A sua conversão, narrada em forma de testemunho, em Atos 9, 22 e 26, é uma demonstração clara do poder transformador da graça de Deus (Efésios 2:4-5) e evidência que o testemunho pessoal é uma ferramenta legítima e poderosa de evangelismo.

Paulo torna-se o exemplo por excelência de como nenhum pecador está fora do alcance da graça salvadora de Cristo.

Li e ouvi o testemunho de Paulo em Atos 22 e 26 e compreendi que aquele momento foi essencial e determinante para falar do evangelho e não de si. Ele centralizou o discurso em Cristo, o motor gerador da sua transformação.

Rendo-me ao milagre que é Deus agir na vida de pessoas reais, que utilizam a sua experiência subjetiva à verdade objetiva do evangelho. Paulo permitiu que Deus crescesse, deixando-se ficar para o plano menor.

Paulo não foi apenas um convertido (ou mais um convertido), mas um discípulo radicalmente comprometido, que disse: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (1 Coríntios 11:1).

Olho para Paulo e sinto-me honrada por ser sua irmã em Cristo e por poder aprender tanto sobre Cristo através do seu testemunho de vida tão afligida por tribulações e ataques ferozes; rendo-me e examino-me a mim mesmo, num ato de pura contrição, e peço a Deus que me ajude a crescer em fidelidade mesmo na dor, peço que me ensine e capacite a ter zelo missionário, que me ajude a ter cada vez mais amor pela minha igreja, que dê forças para me dedicar à verdade do evangelho.
Peço a Deus profunda coerência entre a doutrina e a vida.

Oro a Deus para que me ensine diária e meticulosamente a viver sob sua depêndencia e em obediência.

Agradeço a Deus a portunidade que Ele me dá e aos meus irmãos na fé de O poder servir também no estudo da Palavra.

Paula Cavaco

A fé cantada

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Cantar é um ato de educar o coração da igreja, de fortalecer a fé e corrigir o desvio à Palavra. O Eu não entra na equação.

Uma questão de visão

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Uma boa parte das pessoas com quem convivemos diariamente não aceitou Jesus como seu Salvador e Senhor, e, portanto, não tem (ainda) a gloriosa capacidade de ver além do visível…

Para onde olhar?

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Em Deus está concentrado todo o poder, glória e majestade! Ele deve ser para cada um de nós, o princípio e o fim de toda a nossa atenção, louvor e adoração.